Marketplaces: história, transformações e tendências
Introdução (quase literal): os marketplaces já são responsáveis por mais de 2,5 trilhões de dólares e 62% das vendas do e-commerce no mundo. Esse modelo, representado globalmente por Amazon, Alibaba, eBay e outros, registrou crescimento de 29% em relação a 2019. No Brasil, no 1º

Introdução (quase literal): os marketplaces já são responsáveis por mais de 2,5 trilhões de dólares e 62% das vendas do e-commerce no mundo. Esse modelo, representado globalmente por Amazon, Alibaba, eBay e outros, registrou crescimento de 29% em relação a 2019. No Brasil, no 1º semestre de 2020, quase 4 em cada 5 vendas no e-commerce passaram por uma loja que também operava como marketplace. O post é um resumo/“spoiler” dos 6 capítulos de um e-book gratuito da FRN³ sobre transformações do marketplace.
Os primeiros marketplaces: o pioneiro foi o Electronic Mall, criado em 1984 pela CompuServe — um software rudimentar que já permitia catálogo variado e pagamento por cartão de crédito. Na década de 1990 surgiram Amazon e eBay, os maiores marketplaces dos EUA. A Amazon começou vendendo só livros e só em 2000 (5 anos depois do lançamento) passou a operar como marketplace, expandindo depois para fulfillment, cloud, entretenimento. O eBay, diferentemente, nunca operou com estoque próprio, cresceu com venda C2C e faturou quase 100 bilhões de dólares em 2019.
Os tipos de marketplace: o Mercado Livre exemplifica os dois modelos — até out/nov 2020 operava como marketplace puro (só intermediação, com facilitadores como fulfillment, Mercado Pago, Mercado Crédito); depois migrou para modelo misto, vendendo produtos próprios, unindo-se a Magalu, Americanas, Casas Bahia, C&A. O texto menciona que existem diferentes tipos de curadoria nos marketplaces mistos (mais detalhes no e-book).
Os novos modelos de negócio: players buscam se envolver mais na experiência de compra via dois formatos — modelo gerenciado (ecossistema de serviços próprios, ex.: iFood oferecendo logística/pagamento/equipamentos aos restaurantes) e rede de parcerias complementares (ex.: Banco Inter com o Inter Shop, reunindo varejistas como Cobasi, Renner, Electrolux dentro do app do banco). Cita também o Magalu comprando plataformas de conteúdo.
Os setores que estão aderindo ao marketplace (5 destacados): Indústrias (Suvinil, Yamaha, Volvo integrando distribuidores como sellers); Bancos (Bradesco/ShopFácil, Sicoob/Coopera trazendo parceiros de varejo para dentro da plataforma); Franquias (O Boticário permitindo franqueados como sellers e pick-up store); Shoppings (Grupo BRMalls, CCP/Onstores, Shopping Cidade Jardim ampliando “área bruta locável” digital); Atacadistas (Atacadão, Gironobrás, Brascol suportando venda B2B com regras de unidades múltiplas e valor mínimo).
Os eventos que transformaram esse mercado: dos 6 eventos do e-book, o artigo detalha 3: Mobile-First (iFood, Uber, 99 educando consumidores à conveniência via apps); Economia compartilhada (Uber, Airbnb, compartilhamento de estoques entre lojistas); Computação em nuvem (SaaS reduzindo custos, acelerando updates, mais segurança/flexibilidade).
Os desafios e tendências: dos 4 apontados, o artigo cobre 2 — Criar e fortalecer comunidades (espaços de debate, programas de benefício, treinamentos para sellers) e Aprimorar a curadoria de sellers (critérios de entrada e indicadores de performance).
Conclusão: reforça que inovação, tecnologia, cultura e conhecimento sustentam as mudanças, convida para baixar o e-book completo.
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